PlayerCast

PlayerCast #206: Quantum Break

E finalmente chegamos com um PlayerCast de um dos melhores jogos EXCLUSIVOS de Xbox One!

E chegou o momento de falar sobre Quantum Break.
Este jogo da aclamada desenvolvedora Remedy, que veio a suceder o excelente Alan Wake, e que com ideias revolucionárias causou um misto de empolgação e desilusão nos jogadores.
Interessado em saber mais sobre isso?
Então venha com Andrews Reis, Almir Branco, Baianetta, e os convidados Chico Rafael do Wannaplay e Bonatti do Super Amibos, para pirar o cabeção nas viagens do tempo de Quantum break!

PRIMEIRA PARTE SEM SPOILERS!
SEGUNDA PARTE COM MUITOS SPOILERS!

Tá com pressa? Dá um pulinho!
  • Entrada (00:00:30)
  • Recadinhos (00:13:12)
  • Primeira parte SEM SPOILERS (00:22:30)
  • Segunda parte COM SPOILERS (00:57:00)
Comentado no programa:

Arte da vitrine: Almir Branco
Edição de áudio: Luz

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  • O Catedratico [Player Select]

    O papo de vocês me fizeram até curtir mais a historia desse jogo. Realmente eu criei muita expectativa pra ele. Quando terminei a historia me deu uma sensação de que não tinha acabado. De jogo incompleto. Oque me gerou esse hype foi a trama do “fim do Tempo”. E alguns documentos que encontra pelo caminho na parte final. No centro de pesquisa. Lá vc vê relatos de um ser que é a evolução de todas as realidades. Oque seria tipo um boss final. Um ser sem forma definida, que no caso seria a junção de todas as possibilidades possíveis reunidas em um só ser. Eu realmente fiquei muito curioso de ver como seria isso. Mas não teve. Fiquei muito chateado de também não ver o futuro tão terrível que will e o “mindinho” (so vou chamar ele assim) viram.

    Tudo termina na metade do caminho! Achei bizarro. Poderia ter terminado com uma piração de realidades, ou algo mais filosófico como o proprio Alan Wake. Que foi alias oque me motivou a ter essa expectativa. E nada. Seria muito foda se a personagem da policial fosse a protagonista pra resolver o problema final. Ou até para uma continuação. No fim ela morre apenas com a função de interesse amoroso do will.

    Fiquei muito frustrado também com a dificuldade da mecânica de como usar os poderes combinados. Na boa eu escolhia uns 2 ou 3 e ia usando. Não é pratico vc usar todos, mesmo o jogo te estimulando a testa-los ao mesmo tempo.

    O jogo tem méritos também. Pensar algo diferente como a serie live action e os puzzles de parar o tempo foram algo legal. E poderia estimular o mercado com novas mecânicas. Mas tive a nítida impressão de ter ficado inacabado. Observação para um doc. que vc encontra no laboratorio que é um roteiro que um dos estagiários escreve sobre viagem no tempo. É um roteiro de filme onde ele mesmo é o herói robusto e levemente sedutor que salva uma “Doutora” que inventa uma faca do tempo. Ou seja: Tudo que a faca mata, viaja no tempo. rsrsrs O texto é divertidíssimo. Vou tentar achar pra colocar nos comentários.

    Lembrando também que lançaram o Livro “Quantum Break – Estado Zero” que promete um final mais completo. Corroborando com minha tese de o jogo ter saído imcompleto.

    Parabéns a todos Baianeta, Chico e Bonati. E obrigado ao Andrews por ter tapado meu furo! (mesmo essa frase pegando mal)

  • O Catedratico [Player Select]
  • O Catedratico [Player Select]
  • O Catedratico [Player Select]
  • O Catedratico [Player Select]
  • O Catedratico [Player Select]
    • titorck

      Cara eu ri demais quando li esse roteiro, passei por essa parte ontem

      • O Catedratico [Player Select]

        Queria muito que esse personagem do Bruce aparecesse no jogo. Seria muito da hora.

  • O Catedratico [Player Select]
  • Darley Santos

    É um exclusivo de Xbox… Já ouvi falar dele, mas pensava que tinha uma unanimidade positiva sobre ele, vish…

    • O Catedratico [Player Select]

      O jogo é bom. Eu que criei expectativa e queria que a historia fosse muito mais complexa que foi.

      Mas é um excelente exclusivo

  • titorck

    Parabéns pela metade do cast a(parei nos spoilers, tirei meu jogo que chegou faz um mês e ainda estava na caixa, e comecei a jogar).. O reforços do Bonatti e do Chico foram excelentes, o programa está melhor que a soma das partes! Quando terminar o jogo e o cast volto com mais feedback. Abraço amigos! Thiago Luiz Torquato

    • titorck

      Terminei o jogo e em seguida o cast. Parabéns aos envolvidos, continuou muito bom até o final. Pelo fato de eu ter lido todos os documentos e estar com a história fresca na memória tenho alguns pontos a destacar:
      – A boss fight foi necessária sim, não tinha como Jack e Paul se entenderem na conversa no final. Paul mata Beth, tenta matar Wilian ( por mais três atos achamos que ele realmente tinha morrido) e usa e tenta matar também o Jack. Concordo que Paul era um cara cerebral, mas a essa altura do encontro ele estava muito doente e perto de sucumbir e se tornar um deslocador. E além disso eles tinham ideias de resolução muito diferentes, Paul queria tentar salvar o mundo usando o protocolo salva-vidas e Jack acreditava em consertar a ruptura. Foi o desafio mais difícil do jogo, mas nem tiveram tantos capangas assim, duas ondas de cinco se não me engano, não a quantidade que a Baianetta sugere.
      – No final não fica claro se a ruptura foi consertada, afinal a Monarch continua ativa e Jack pode assumir o papel que era de Paul ( com que objetivo se tudo estivesse resolvido?). Isso foi destacado pela Baianetta.
      – Concordo que a parte de ler documentos é a mais chata do jogo, e mal balanceada pois os arquivos ficavam próximos uns dos outros nas partes de exploração. O jogo foi claramente segmentado em cutscenes/série – partes de deslocamento/puzzle – partes de tiroteio – partes de exploração/leitura de documentos. Teve momentos que fiquei mais de trinta minutos só lendo e lendo, haja paciência..
      – Martin Hatch é muito mais que aparenta, até por isso ele aparece vivo no final do jogo, o que seria teoricamente impossível. O FDP pinga um colírio de Cronum nos olhos em vários momentos da série, indicando alguma espécie de tratamento. Em uma cena o cara está algemado e cercado por quatro guardas armados dentro de um elevador, e na cena seguinte ele sai tranquilamente, deixando os guardas mortos para trás (não mostra a luta, mas isso indica que ele pode ter poderes também). A pista crucial é encontrada no ato 5, perto do final, onde você encontra uma nota de autor desconhecido, indicando que um deslocador dominou seus poderes e encontrou uma forma de viajar no tempo. Hatch seria esse deslocador, o primeiro, que dominou os poderes e conseguiu viajar no tempo para o moneto da primeira ativação. Não existem registros dele antes de ser contratado pela Monarch, e o objetivo dele é sabotar os planos de Paul e Jack. No momento da suposta morte ele revela que quer o fim do tempo, pois isso não seria o fim, apenas um novo começo. Ele ser um deslocador também explicaria o fato dele estar vivo no final do jogo, pois em notas eles explicam que os deslocadores são muito difíceis de se matar, são formados pela sobreposição de múltiplas realidades..
      Bem, por enquanto é isso que lembro, mas tenho certeza que tem muito mais para ser discutido sobre esse ótimo exclusivo do One. Pena que talvez uma continuação nunca seja feita para cobrir as lacunas que ficaram na história. Abraços

  • titorck

    Terminei o jogo e em seguida o cast. Parabéns aos envolvidos, continuou muito bom até o final. Pelo fato de eu ter lido todos os documentos e estar com a história fresca na memória tenho alguns pontos a destacar:

    – A boss fight foi necessária sim, não tinha como Jack e Paul se entenderem na conversa no final. Paul mata Beth, tenta matar Wilian ( por mais três atos achamos que ele realmente tinha morrido) e usa e tenta matar também o Jack. Concordo que Paul era um cara cerebral, mas a essa altura do encontro ele estava muito doente e perto de sucumbir e se tornar um deslocador. E além disso eles tinham ideias de resolução muito diferentes, Paul queria tentar salvar o mundo usando o protocolo salva-vidas e Jack acreditava em consertar a ruptura. Foi o desafio mais difícil do jogo, mas nem tiveram tantos capangas assim, duas ondas de cinco se não me engano, não a quantidade que a Baianetta sugere.

    – No final não fica claro se a ruptura foi consertada, afinal a Monarch continua ativa e Jack pode assumir o papel que era de Paul ( com que objetivo se tudo estivesse resolvido?). Isso foi destacado pela Baianetta.

    – Concordo que a parte de ler documentos é a mais chata do jogo, e mal balanceada pois os arquivos ficavam próximos uns dos outros nas partes de exploração. O jogo foi claramente segmentado em cutscenes/série – partes de deslocamento/puzzle – partes de tiroteio – partes de exploração/leitura de documentos. Teve momentos que fiquei mais de trinta minutos só lendo e lendo, haja paciência..

    – Martin Hatch é muito mais que aparenta, até por isso ele aparece vivo no final do jogo, o que seria teoricamente impossível. O FDP pinga um colírio de Cronum nos olhos em vários momentos da série, indicando alguma espécie de tratamento. Em uma cena o cara está algemado e cercado por quatro guardas armados dentro de um elevador, e na cena seguinte ele sai tranquilamente, deixando os guardas mortos para trás (não mostra a luta, mas isso indica que ele pode ter poderes também). A pista crucial é encontrada no ato 5, perto do final, onde você encontra uma nota de autor desconhecido, indicando que um deslocador dominou seus poderes e encontrou uma forma de viajar no tempo. Hatch seria esse deslocador, o primeiro, que dominou os poderes e conseguiu viajar no tempo para o moneto da primeira ativação. Não existem registros dele antes de ser contratado pela Monarch, e o objetivo dele é sabotar os planos de Paul e Jack. No momento da suposta morte ele revela que quer o fim do tempo, pois isso não seria o fim, apenas um novo começo. Ele ser um deslocador também explicaria o fato dele estar vivo no final do jogo, pois em notas eles explicam que os deslocadores são muito difíceis de se matar, são formados pela sobreposição de múltiplas realidades..

    Bem, por enquanto é isso que lembro, mas tenho certeza que tem muito mais para ser discutido sobre esse ótimo exclusivo do One. Pena que talvez uma continuação nunca seja feita para cobrir as lacunas que ficaram na história. Abraços